sábado, 17 de abril de 2010

sentido de vida?


Fora de casa não consigo mais ver meus passos
Deixei pelo mundo afora minhas metas
Deixei pelo mundo minha marca
Junto com ela minhas lágrimas
Dores, talvez um apelido pro que sinto
Morfina não é heroína
Uma droga que vicia
já não pode mais fazer parte das minhas decisões
É como se eu não existisse dentro de mim
As flores, os espinhos, a vida.
O trevo de quatro folhas, bom ele nunca existiu.
Culturas, lares, prazeres, cores.
Nada como ter uma casa
agora esperar a morte
a verdadeira.
A concreta, a certeza.

saber, sabia. Li.

Viajar pelo mundo é mais uma fuga do que qualquer outra coisa.
As provas do dia seguinte não podem parar o mar.
Nem sempre o visivel é essencial como um olhar.
Quero viver e aprender
Errar e vencer
Tão normal como a água
que em rios se faz presente.
Pontos fazem uma linha que traça uma reta
até quando isso vai durar?
um ano infinito
uma paixão diferente
uma sorte enigmática
O mar não fez uma reta
O olhar não pode mudar
Errar não é viver
O mundo se escondeu
Procurar em baixo do tapete é entregar o ouro
O que já não importa mais.